VENCENDO O MEDO PARA NÃO SER VENCIDO

VENCENDO O MEDO

“Por isso, o SENHOR Deus diz: “Estou colocando em Sião uma pedra, uma pedra preciosa que eu escolhi, para ser a pedra principal do alicerce. Nela está escrito isto: Quem tem fé não tem medo” Isaías 28:16 (NTLH)

Introdução: Há dois tipos de medo: o medo positivo e o medo negativo. O medo positivo é uma barreira natural do ser humano, é uma defesa contra as agressões externas, sejam elas físicas ou psíquicas. É uma proteção, um mecanismo utilizado para garantir nossa sobrevivência. Exemplos: medo do choque, medo dos animais selvagens, medo de altura, etc. Isso é bom, pois do contrário teríamos muita gente mutilada. No entanto, hoje vamos nos ater ao medo negativo.

Transição: De acordo com o texto básico quem tem fé não teme. Sendo assim, podemos dizer que o medo é uma fé contrária – crendo que o pior vai acontecer, ou que algo tão almejado não será alcançado. Por que não conseguimos acreditar, ter 100% de certeza que vamos conseguir o que queremos? É o medo. Medo de nos decepcionarmos; medo de não conseguirmos e ficarmos tristes depois. Então se temos medo, é porque não confiamos, e consequentemente temos uma resistência, que irá dificultar nossa conquista.
Esse tipo de medo precisa ser removido da nossa vida, pois é prejudicial a alguém que quer conquistar o melhor na vida.

I. Paralisa e enfraquece – Mc 4:40
• O medo pode ser um dos aspectos mais debilitantes da vida; ele paralisa ou incapacita as pessoas, privando-as de amor, de alegria e de uma vida de grandes realizações. O medo é o assassino principal da autoestima; pode impedi-lo de viver todo o seu potencial.
• O medo é o contrário da fé – o medo aprisiona, a fé liberta; o medo paralisa, a fé dá poder; o medo desanima, a fé encoraja; o medo debilita, a fé cura; o medo torna inútil, a fé torna útil.
• Somente a fé nos faz romper as barreiras e conquistar, Mc 9:23 “E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê”.

II. É fruto da falta de conhecimento – Mt 22:29
• A ignorância é a genitora do medo — somos dominados pelo medo quando ignoramos os fatos, o amor de Deus e as revelações firmes da Palavra de Deus. Nós somos suscetíveis ao medo do que não conhecemos. É fácil ficar intimidado pelo desconhecido, por pessoas, lugares ou experiências que são diferentes das nossas. Se você deixar, o medo devastará o seu presente e destruirá o seu futuro.
• Isso aconteceu com um dos principais profetas de Israel: Elias, num período de temor, usou como justificativa o argumento de que somente ele havia restado como fiel ao Senhor, mas isso não era a verdade, pois o Senhor lhe disse “ainda tenho sete mil que não dobraram os joelhos a baal” (1 Rs 19:18).

III. Pode ser vencido pelo confronto – Pv 24:10
• Você precisa confrontar o medo diretamente – Jesus advertiu seus discípulos dizendo-lhes: “porque sois tão tímidos, ainda não tendes fé?” Você precisa concentrar sua atenção em Deus e em seu amor, poder e promessas para lhe ajudar. Sl 55:22 “Lança o teu cuidado sobre o Senhor, e ele te susterá; não permitirá jamais que o justo seja abalado”.
• Vamos fazer como Augusto Cury, que afirmou: “Construí amigos, enfrentei derrotas, venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: Não tenho medo de vivê-la”.
• Muitas pessoas podem ter uma boa idéia para um negócio, e o conhecimento necessário para executá-lo, mas ficam paralisadas pelo medo e nunca tomam uma atitude. Arrisque e se surpreenderá. Davi se arriscou e venceu Golias que paralisava o povo de Israel.

Conclusão: Não nos deixemos vencer pelo desânimo e sentimento de derrota: “O Senhor é minha luz e minha salvação; de quem eu terei medo? O Senhor é quem defende a minha vida; a quem eu temerei?” (Salmo 27:1). Diante dos nossos inimigos e das coisas que nos ameaçam está o nosso Deus, que é fiel e cumpre suas promessas. Isaías 12:2 (NTLH) “Deus é o meu Salvador; eu confiarei nele e não terei medo. Pois o SENHOR me dá força e poder, ele é o meu Salvador”.

Confiando plenamente em Deus

CONFIANDO PLENAMENTE EM DEUS
Ec 11:1–6

INTRODUÇÃO: O Salmo 125:1-2 afirma: “Aqueles que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não pode ser abalado, mas permanece para sempre. Como estão os montes ao redor de Jerusalém, assim o Senhor está ao redor do seu povo, desde agora e para sempre”. E Hebreus 10:35 diz: “Não lanceis fora, pois, a vossa confiança, que tem uma grande recompensa”. Vamos viver uma vida acima das circunstâncias, confiando em Deus, observando lições preciosas do texto básico..

I – LANÇANDO O PÃO NA ÁGUA
O primeiro verso diz: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás”. Lançar o pão na água parece um contrassenso. Ele só iria flutuar por alguns segundos e depois desapareceria para sempre.
Que proveito haveria em lançar o pão na água? O que Salomão está dizendo é que alguns feitos bons parecem tão inúteis que não há razão para fazê-los. Nem sempre vemos os resultados do que estamos fazendo de imediato. Somos incapazes de medir os resultados, porque desconhecemos o uso que Deus fará de nossos feitos. Não conseguimos entender como Deus opera. Paulo disse: “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus” (1 Coríntios 3:6). Se continuarmos trabalhando para Deus, mesmo quando parecer inútil, no final, colheremos os benefícios, Mt 10:42.

II – REPARTINDO COM OUTROS
O segundo verso afirma: “Reparte com sete e ainda com oito, porque não sabes que mal sobrevirá à terra” (11:2). Os números “sete” e “oito” são usados como números indefinidos que significam “tantos quantos forem”. Devemos fazer todo o bem que pudermos, porque não sabemos quando precisaremos de ajuda também. Não podemos alterar o curso da natureza. Quando as nuvens se enchem de chuva, elas se esvaziam (11:3). Não sabemos onde determinada árvore cairá. Um raio pode atingi-la, ou o vento arrancá-la desde a raiz. Onde ela cair, ali ficará (11:3). Eventos naturais sobre os quais não temos controle podem, subitamente, tornar qualquer um de nós necessitado de ajuda.

III – CONFIANÇA ALÉM DAS COISAS MATERIAIS
O quarto verso afirma: “Quem observa o vento, não semeará, e o que atenta para as nuvens não segará”. Aqueles que depositam extrema confiança na lei natural podem não conseguir realizar coisa alguma. Se prestarmos demasiada atenção ao vento, não vamos semear nossas sementes. Se as nuvens estiverem se juntando, podemos decidir não fazer a colheita por medo da chuva. Seria insensatez ignorar as adversidades da natureza, mas ficar preocupados com as dificuldades pode nos desanimar de realizar qualquer coisa.
Não podemos entender tudo o que acontecerá na vida (11:5). Não conhecemos as obras do espírito humano nem como os ossos de um bebê são formados dentro da mãe antes do seu nascimento. Nem tampouco podemos entender as obras de Deus, o qual faz todas essas coisas acontecerem. Não podemos permitir que nossa falta de entendimento nos impeça de trabalhar.
Devemos confiar em Deus e continuar trabalhando. Devemos começar de manhã e trabalhar com empenho também à tarde. Nunca se sabe qual período será mais produtivo. Depende de como Deus abençoará nossos esforços. Pode ser que a semente semeada à tarde seja tão produtiva quanto a semente semeada de manhã (11:6).

CONCLUSÃO: O muito sem Deus, nada é; mas o pouco com Deus se torna muito. Veja o exemplo deste fato em Mt 14:15 “Chegada a tarde, aproximaram-se dele os discípulos, dizendo: O lugar é deserto, e a hora é já passada; despede as multidões, para que vão às aldeias, e comprem o que comer. Jesus, porém, lhes disse: Não precisam ir embora; dai-lhes vós de comer. Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes. E ele disse: trazei-mos aqui. Tendo mandado às multidões que se reclinassem sobre a relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos às multidões. Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobejaram levantaram doze cestos cheios. Ora, os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças”.

Levando Deus a Serio

Texto – Daniel 3:13-30

Introdução: Cada vez que as Escrituras mencionam que homens encontraram a Deus, lemos que eles caíram diante dele em temor e reverência (Is 6). Aqueles que chegam a entender a natureza de Deus, como é apresentada nas Escrituras, também o respeitarão e se humilharão diante dele. “Por isso, recebendo nós um reino inabalável, retenhamos a graça, pela qual sirvamos a Deus de modo agradável, com reverência e santo temor; porque o nosso Deus é fogo consumidor” (Hebreus 12:28-29). Um olhar de Deus nos faz ver nossa pequenez, nossa fraqueza, e nosso pecado, e chegamos a respeitar e temer a Deus de muitos modos.

O que acontece quando levamos Deus a sério?

1) Deus nunca nos deixa sozinhos, vs. 23,24,25

“E, Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, amarrados, caíram na fornalha. De repente, Nabucodonozor se levantou e perguntou, muito espantado, aos seus conselheiros: Não foram três os homens que amarramos e jogamos na fornalha? Seus conselheiros disseram: Sim, Senhor ! Então perguntou o rei Nabucodonozor: Como é então, que estou vendo quatro homens andando soltos na fornalha? Eles estão passeando lá dentro, sem sofrerem nada. E o quarto homem parece um anjo”.

Þ Aqueles jovens levaram Deus a sério. Arriscaram suas próprias vidas, mas não se prostraram diante daquela imagem. Isso atraiu a atenção de Deus. Deus se alegrou quando viu aqueles jovens arriscando suas próprias vidas, simplesmente por não querer desagradar a Deus.

Þ A Bíblia afirma que Deus enviou seu anjo para livrá-los da morte. Os homens que foram jogar aqueles jovens na fornalha, morreram. Mas Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, por estarem obedecendo a Deus, não lhes aconteceu nada, porque Deus estava com eles. Deus nunca abandona seus filhos, quando estes o levam a sério.

2) O mal que é lançado contra nós, fica sem efeito, vs. 27 e 28

“Imediatamente, o rei Nabucodonozor chegou perto da porta da fornalha e gritou: Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, servos do Deus Altíssimo, saiam daí e venha cá! Os três saíram da fornalha, e todas as autoridades que estavam ali chegaram perto deles e viram que o fogo não havia feito nenhum mal a eles. As labaredas não tinham chamuscado nem um cabelo da sua cabeça, as suas roupas não estavam queimadas, e eles não estavam com cheiro de fumaça”

Þ Nabucodonozor intentou matar aqueles três homens que temiam a Deus. Mas Deus enviou seu anjo e nada aconteceu com eles. A Bíblia diz que eles ficaram passeando no meio da fornalha, junto com o anjo. Eles quando saíram, nada lhes tinha acontecido. O fogo não os queimou, nem cheiro de fumaça ficou em suas roupas.

Þ O milagre sempre acompanha a vida das pessoas que levam Deus a sério.

3) Deus transforma as maldade dos ímpios em honra para os justos, v. 30

“Então o rei Nabucodonozor colocou os três jovens em cargos ainda mais importantes na província da Babilônia”

Þ Alguns homens invejosos queriam prejudicar estes três jovens que temiam a Deus. Eles sabiam que aqueles três jovens não se prostravam diante de imagens e se aproveitaram daquela situação para os entregar ao rei. Mas a inveja não tem efeito sobre aqueles que levam Deus a sério.

Þ Prepararam uma armadilha para os servos de Deus, e no fim de tudo, os jovens tementes a Deus foram promovidos, pois Deus tem alegria em honrar aqueles que o levam a sério.

Conclusão: Você tem levado Deus a sério? Você estaria disposto a tudo para não desagradar a Deus, mesmo que às vezes tenha que desagradar certas pessoas que não temem a Deus.

O CLAMOR PELO AVIVAMENTO

O clamor pelo avivamento precisa ter seu início no coração dos líderes, conforme o livro de Joel. Seu apelo foi “Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor, entre o alpendre e o altar”, 2: 17. Porém, é necessário levar o povo à fonte: “Convertei-vos a mim de todo o vosso coração; e isso com jejuns, e com choro, e com pranto. E rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao SENHOR, vosso Deus…”, 2: 12-13.

Nossa amada igreja possui como slogan este clamor: “Aviva, ó Senhor, a tua obra”. Que esta seja a oração de cada presbiteriano renovado, especialmente de seus ministros.

Avivar é dar vida. Reavivar seria, no caso, ressuscitar  trazer de volta aquilo que já foi. Para experimentá-lo é preciso que as pessoas reconheçam a sua necessidade. O avivamento traz alegria, ousadia, despertamento à igreja. É como o primeiro milagre que Jesus realizou: quando só havia água, aí, então, Ele agiu e transformou-a em vinho, Jo 2: 1-11.

Clique no link a seguir e eia o artigo na íntegra no site da IPRB: http://www.iprb.org.br/artigos/textos/art101_150/art146.htm