Um menino tinha feito, com muito esforço e capricho, um barquinho. Satisfeito, brincava com ele à beira do rio, quando, de repente, o barquinho, impelido pela correnteza, lhe escapou das mãos. Triste, o garoto voltou para casa, sem esperanças de tornar a ver o barco, que tanto trabalho lhe custara. Qual não foi seu espanto ao ver o barquinho, certo dia, na vitrine de uma das lojas da cidade. Entrou e insistiu que o barco era seu, mas o negociante disse que só lhe daria mediante o pagamento do preço estipulado. O menino voltou à sua casa e narrou o incidente ao pai, que lhe forneceu o dinheiro necessário para a compra do barquinho. Empolgado, dirigiu-se à loja, onde comprou o barco que, de direito, já lhe pertencia. Ao sair, segurando bem firme em seus braços o precioso objeto, exclamou: “Agora você é duas vezes meu: primeiro porque foi feito por mim, e segundo porque acabei de compra-lo.” Assim também nós pertencemos a Deus por direito de criação e por direito de redenção. Quando as correntezas do pecado nos afastaram das mãos divinas, e nos achávamos debaixo do domínio de Satanás, Cristo nos comprou pelo preço do seu sangue.
Redenção é o ato de adquirir pagando um preço – “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (I Co 6:20).
Qual foi o propósito da redenção? Paulo nos responde: “O qual (Jesus) a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade, e purificar para si mesmo um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras” (Tt 2:14).
Glória a Deus por isso! Deus é bom!
Obrigada por me resgatar Senhor!