Uma Vida com Proposito Definido

UMA VIDA DE PROPÓSITO DEFINIDO
Sl 27:4

INTRODUÇÃO: Você tem um pedido que faz para Deus frequente e persistentemente? O Senhor se compromete graciosamente a responder a todos aqueles que o buscam com todo o seu coração: “Buscar-me-eis e me achareis quando me buscardes de todo o vosso coração” (Jr 29.13). Pessoas de propósitos definidos não são aqueles batem à porta apenas uma vez e depois vão embora, mas são aqueles que continuam buscando e pedindo até que o anseio do seu coração seja saciado. “Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos” (Mt 5.6).

TRANSIÇÃO: De acordo com o texto básico Davi tinha um propósito definido. Ele sabia o que queria e pelo que ele lutaria. Sua oração mais apaixonada era para que tivesse comunhão mais íntima e conhecimento mais profundo de Deus. Em todas as situações que ocupavam sua vida, ele era um homem de “uma só coisa”. Esta singularidade de coração também caracterizava Maria, que escolheu uma só coisa, a única necessária (Lc 10:39,42), e o apóstolo Paulo, cujo alvo na vida podia ser sintetizado com a frase “uma coisa faço” (Fp 3:13,14). Davi não parou depois de fazer sua petição uma vez. Ele persistiu no seu desejo por mais de Deus. O que Davi queria?

1 – Davi queria MORAR na casa do Senhor
Não era um pedido para levar seus móveis e utensílios para a igreja. Era um desejo de coração de estar na presença de Deus.
No Antigo Testamento, Deus se revelava num templo físico feito com mãos humanas. Na Nova Aliança, seu próprio povo constitui seu santuário formado pelo seu Espírito (Ef 2:19-22).
Deus, na sua presença manifesta, habitando no meio do seu povo, certamente saciará o anseio de qualquer homem ou mulher de uma só coisa. Suas orações expressam este apaixonado clamor de coração?

2 – Davi queria CONTEMPLAR a beleza do Senhor
A palavra “contemplar” transmite a ideia de fixar o olhar. E para onde se concentrava seu olhar? Na beleza de Deus, ou literalmente, no seu encanto ou deleite.
Isto é o que aconteceu com Maria aos pés de Jesus, fixando o olhar nos olhos dele, ouvindo atentamente cada uma de suas palavras (Lc 10:39-42).
Isto é retratado em Moisés clamando: “Rogo-te que me mostres a tua glória” (Êx 33:18). E o que Deus ofereceu a Moisés como resposta? “Farei passar toda a minha bondade diante de ti” (v. 19). Enquanto a glória resplendente de Deus passou diante de Moisés, o Senhor proclamou as qualidades da sua natureza (Êx 34:6,7).
A confiança de Davi fluía do seu enfoque na bondade de Deus (Sl 27:13,14).
Para os homens e mulheres de uma só coisa, fixar os olhos na bondade de Deus é o antídoto ao desespero que pode vir enquanto esperam para contemplar a presença e o poder de Deus enchendo sua igreja.

3 – Davi queria APRENDER no templo do Senhor
Esta terceira parte do pedido de Davi era para inquirir ou investigar. Ele não está contente com o que já conhece de Deus – ele queria mais.
Fundamentado na bondade de Deus, o anseio de ver Deus manifestar sua presença entre seu povo é uma das grandes motivações para se investigar Deus nas Escrituras e continuamente inquirir de Deus através da oração.
Tornar-se um homem ou mulher de uma só coisa, porém, implica em alinhar sua vida com Deus e com a paixão espiritual que ele já plantou em sua vida, não importa quão pequena a chama ainda esteja.
Comece a sentar-se aos pés de Jesus e ouça sua palavra. Esta é a uma coisa que é necessária. Priorize sua vida para seguir ao Senhor com mais fidelidade. Escolha isto como “uma coisa faço” na sua vida. E veja se a uma coisa que está pedindo e buscando do Senhor é para receber mais do próprio Deus.

CONCLUSÃO: Ser um homem ou mulher de uma só coisa não significa uma vida livre de problemas. Davi tinha seus inimigos (Sl 27.1-3), Maria tinha suas tristezas e tragédias (Jo 11.17,32), Paulo tinha seus impedimentos (2 Co 12.7). No entanto, a Palavra afirma que “se o meu povo que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra” (2 Cr 7:14).

Confiando plenamente em Deus

CONFIANDO PLENAMENTE EM DEUS
Ec 11:1–6

INTRODUÇÃO: O Salmo 125:1-2 afirma: “Aqueles que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não pode ser abalado, mas permanece para sempre. Como estão os montes ao redor de Jerusalém, assim o Senhor está ao redor do seu povo, desde agora e para sempre”. E Hebreus 10:35 diz: “Não lanceis fora, pois, a vossa confiança, que tem uma grande recompensa”. Vamos viver uma vida acima das circunstâncias, confiando em Deus, observando lições preciosas do texto básico..

I – LANÇANDO O PÃO NA ÁGUA
O primeiro verso diz: “Lança o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás”. Lançar o pão na água parece um contrassenso. Ele só iria flutuar por alguns segundos e depois desapareceria para sempre.
Que proveito haveria em lançar o pão na água? O que Salomão está dizendo é que alguns feitos bons parecem tão inúteis que não há razão para fazê-los. Nem sempre vemos os resultados do que estamos fazendo de imediato. Somos incapazes de medir os resultados, porque desconhecemos o uso que Deus fará de nossos feitos. Não conseguimos entender como Deus opera. Paulo disse: “Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus” (1 Coríntios 3:6). Se continuarmos trabalhando para Deus, mesmo quando parecer inútil, no final, colheremos os benefícios, Mt 10:42.

II – REPARTINDO COM OUTROS
O segundo verso afirma: “Reparte com sete e ainda com oito, porque não sabes que mal sobrevirá à terra” (11:2). Os números “sete” e “oito” são usados como números indefinidos que significam “tantos quantos forem”. Devemos fazer todo o bem que pudermos, porque não sabemos quando precisaremos de ajuda também. Não podemos alterar o curso da natureza. Quando as nuvens se enchem de chuva, elas se esvaziam (11:3). Não sabemos onde determinada árvore cairá. Um raio pode atingi-la, ou o vento arrancá-la desde a raiz. Onde ela cair, ali ficará (11:3). Eventos naturais sobre os quais não temos controle podem, subitamente, tornar qualquer um de nós necessitado de ajuda.

III – CONFIANÇA ALÉM DAS COISAS MATERIAIS
O quarto verso afirma: “Quem observa o vento, não semeará, e o que atenta para as nuvens não segará”. Aqueles que depositam extrema confiança na lei natural podem não conseguir realizar coisa alguma. Se prestarmos demasiada atenção ao vento, não vamos semear nossas sementes. Se as nuvens estiverem se juntando, podemos decidir não fazer a colheita por medo da chuva. Seria insensatez ignorar as adversidades da natureza, mas ficar preocupados com as dificuldades pode nos desanimar de realizar qualquer coisa.
Não podemos entender tudo o que acontecerá na vida (11:5). Não conhecemos as obras do espírito humano nem como os ossos de um bebê são formados dentro da mãe antes do seu nascimento. Nem tampouco podemos entender as obras de Deus, o qual faz todas essas coisas acontecerem. Não podemos permitir que nossa falta de entendimento nos impeça de trabalhar.
Devemos confiar em Deus e continuar trabalhando. Devemos começar de manhã e trabalhar com empenho também à tarde. Nunca se sabe qual período será mais produtivo. Depende de como Deus abençoará nossos esforços. Pode ser que a semente semeada à tarde seja tão produtiva quanto a semente semeada de manhã (11:6).

CONCLUSÃO: O muito sem Deus, nada é; mas o pouco com Deus se torna muito. Veja o exemplo deste fato em Mt 14:15 “Chegada a tarde, aproximaram-se dele os discípulos, dizendo: O lugar é deserto, e a hora é já passada; despede as multidões, para que vão às aldeias, e comprem o que comer. Jesus, porém, lhes disse: Não precisam ir embora; dai-lhes vós de comer. Então eles lhe disseram: Não temos aqui senão cinco pães e dois peixes. E ele disse: trazei-mos aqui. Tendo mandado às multidões que se reclinassem sobre a relva, tomou os cinco pães e os dois peixes e, erguendo os olhos ao céu, os abençoou; e partindo os pães, deu-os aos discípulos, e os discípulos às multidões. Todos comeram e se fartaram; e dos pedaços que sobejaram levantaram doze cestos cheios. Ora, os que comeram foram cerca de cinco mil homens, além de mulheres e crianças”.

Viagem a Israel

No próximo domingo, dia 30 de outubro estarei falando sobre a viagem que realizei a Jerusalém. Vai ser um culto tremendo sobre o território de onde emanou o contexto bíblico. Sem mistificar, mas pautado na grande realidade de algo que testemunha perpetuamente a infalibilidade das Escrituras Sagradas.

Participem – Encontro de Casais

Encontro Mensal de Casais