PERSEGUIÇÃO E ATAQUES NA ÍNDIA

Situação permanece crítica para os cristãos na Índia

Igreja destruída em OrissaA onda de violência anticristã na Índia se espalhou por mais cinco Estados do país, além de Orissa. Nos últimos dias, notícias vindas das regiões de Karnataka, Kerala, Madhya Pradesh, Uttar Pradesh e Jharkhand dão conta de que igrejas foram atacadas e incendiadas, que muitos cristãos foram perseguidos, torturados ou mortos, e que milhares de pessoas estão desabrigadas. O governo da Índia emitiu um alerta aos Estados dizendo que a falha deles em evitar a violência poderia levar à imposição da lei de “Legislação do Presidente” – o que significaria dissolver o governo estadual e colocá-lo diretamente sob a direção federal.

Os cristãos e as igrejas começaram a ser perseguidos após o assassinato de um líder do Vishwa Hindu Parishad (Conselho Hindu Mundial), Laxmanananda Saraswati, que supostamente teria sido vítima de um ataque de cristãos. Porém, religiosos da filosofia maoístas reivindicaram a responsabilidade pelo assassinato desse líder hindu.

Em Uttar Pradesh, ao norte, extremistas do Bajrang Dal atacaram dois pastores no distrito de Kanpur.

Extremistas hindus em Madhya Pradesh incendiaram uma igreja de um pastor de 80 anos, na cidade de Indore.

No Estado de Kerala, ao sul, extremistas hindus atacaram uma escola e um jardim de infância cristãos.

Em Jharkhand, ao oeste, aldeões hindus atacaram cristãos de uma congregação e os pressionaram a se “reconverterem” ao hinduísmo. 

Campo de refugiados em OrissaEm Orissa a violência continua. Nos últimos dias, radicais hindus incendiaram cerca de 10 igrejas, destruíram uma centena de casas de cristãos e colocaram abaixo um albergue para missionários. De acordo com informações de órgãos de ajuda humanitária e de instituições cristãs, em aproximadamente 1 mês de conflitos, pelo menos 50 mil pessoas de 300 vilarejos foram afetados pela violência, centenas de pessoas ainda estão escondidas em florestas, quatro mil casas e 115 igrejas foram incendiadas ou destruídas e pelo menos 20 mil pessoas encontram-se em 14 campos de refugiados estabelecidos pelo governo do Estado.

Motivos para oração
Interceda pela Índia. Clame a Deus pela vida dos missionários que atuam naquele país. Peça a Deus que proteja os obreiros e os cristãos de Orissa, onde as perseguições e ataques têm ocorrido com maior freqüência.

FONTE: www.jmm.org.br

EXTREMISTAS MATAM PROFESSOR CRISTÃO

 
Extremistas matam professor cristão
     
 

SOMÁLIA (12º) - Extremistas islâmicos atiraram e mataram um ex-muçulmano convertido ao cristianismo no último dia 10 de julho, em Afgyoye, na Somália. O nome da vítima era Sayid Ali Sheik Luqman Hussein e ele tinha 28 anos. 

De acordo com a Internacional Christian Concern (ICC), no dia 8 de julho, dois homens muçulmanos chegaram até Sayid Hussein e lhe perguntaram se ele se dirigia para Meca quando rezava (Maomé ensinou que os seguidores dele deveriam se voltar para a cidade de Meca sempre que fizessem suas rezas). 

O rapaz lhes falou que, como era cristão, não tinha que se voltar para uma direção específica na hora de orar porque Deus é onipresente. 

Dois dias depois os homens voltaram, desta vez, armados com um rifle AK-47 e uma arma semi-automática e atiraram em Sayid Hussein até a morte. 

Ao saber da notícia, a esposa do cristão, grávida, entrou em trabalho de parto prematuro e acabou perdendo o bebê. 

Vida frutífera

Sayid Hussein entregou sua vida a Cristo em 2004. Ele cresceu na fé e começou a evangelizar na comunidade onde trabalhava como professor. O pastor dele o descreveu como o evangelista mais ativo e efetivo na região. 

Um dos alunos dele disse que Sayid foi o homem mais religioso que ele encontrou na vida. 

Recentemente, extremistas islâmicos intensificaram os ataques contra cristãos na Somália. Nos últimos nove meses, cinco cristãos foram mortos por causa de sua fé. Os demais mortos são: David Abdulwahab Mohamed Ali, Da”ud Ali, Mohamed Yusuf e Hassan Mo”alim. 

“Os somalis estão pagando o preço pela fé deles em Jesus Cristo. Apesar da perseguição, eles escolheram confiar em Deus e no Senhor Jesus Cristo ao ponto de morrerem. Por favor, orem e apóiem nossos irmãos somalis”, disse Jonathan Racho, da ICC para a África. 

FONTE: www.portasabertas.com.br

MILÍCIA ISLÂMICA DESTRÓI CATEDRAL CENTENÁRIA

Milícia islâmica destrói igreja centenária
     
 

SOMÁLIA (12º) - Uma milícia islâmica destruiu a catedral de Kisimayo, uma cidade portuária no sul do país. 

A catedral havia sido construída por colonizadores italianos, no início do século passado. Ela é a quarta igreja destruída por milícias islâmicas na Somália. 

A catedral foi demolida por milicianos na quarta-feira, logo depois das orações que marcaram o fim do mês do ramadã. 

“O que aconteceu foi em retaliação à destruição de uma mesquita na cidade de Harar, na Etiópia. Depois de ser destruída, construíram uma igreja em seu lugar”, disse o grupo “Jovem Mujahadeen”, ligado à al-Qaeda. O grupo assumiu a autoria do ataque. 

Milícias islâmicas assumiram o controle de Kisimayo no mês passado. 

A Somália está entre os cinco países do mundo mais perigosos para as minorias. A minúscula comunidade cristã do país (estima-se que seja menos de 1%) vive escondida, temendo ataques da vasta maioria muçulmana sunita. 

Os últimos anos viram uma série de ataques contra cristãos no país. A situação saiu do controle com o assassinato do arcebispo de Mogadíscio, Salvatore Colombo, em 1989. 

Tropas do governo têm lutado contra milícias islâmicas desde 2006. Um total de 8 mil civis foi morto e um milhão foi desabrigado, desde o começo do ano passado. A Somália não possui um governo efetivo desde 1991, quando senhores da guerra depuseram o ditador Mohamed Siad Barre.

FONTE: www.portasabertas.org.br

Antigo manuscrito da Bíblia estará disponível na web

Mais de 1,6 mil anos depois de ser escrita em grego, uma das cópias mais antigas da Bíblia se tornará globalmente acessível via Internet pela primeira vez esta semana. A partir de quinta-feira, partes da Codex Sinaiticus, que contém o Novo Testamento mais velho e completo, estarão disponíveis na Internet, afirmou a Universidade de Leipzig, um dos quatro conservadores do texto antigo.

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