Deus faz forte aquele que se julga fraco

O mundo valoriza e idolatra a força: a força física dos atletas, a força financeira das empresas, a força política dos governantes, a força da beleza estética nas passarelas, a força das inteligência dos acadêmicos, a força bélica dos exércitos.

Paulo mostra um conceito diferente. Ele afirmou que a fraqueza pode atrair o poder de Deus, tornando a pessoa forte de forma surpreendente.

Deus faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem vigor. Por isso, o povo que conhece a Deus se torna forte a ativo, vindo a fazer proezas.

Deus usa o fraco para confundir e surpreender o forte. Deus faz com que a mulher estéril habite em família e seja alegre mãe de filhos.

Moisés, cheio de fraquezas foi poderosamente usado por Deus. Da mesma forma Jeremias, julgava-se incapaz, mas foi um grande profeta.

Chega de desculpas, lance de corpo e alma nas mãos de Deus e Ele garante a realização da obra.

Encontro de Casais

Uma Semana de Sucesso

“Bem aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos, pois comerás do trabalho das tuas mãos, feliz serás e tudo irá bem” Sl 128:1-2).

Deus tem proporcionado a cada um de nós mais uma semana para que dela tiremos o melhor proveito. Se fores bem disciplinado, organizando-se poderás ter uma semana vitoriosa e de muito sucesso.
A Bíblia afirma que “há tempo para todas as coisas…” (Ec 3:10). O apóstolo Paulo fala sobre “aproveitando bem cada oportunidade…” (Ef 5:16). Moisés pediu ajuda ao Deus poderoso: “ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios” (Sl 90:12).
Depende de cada um utilizar bem cada dia, hora, minuto e segundo que Deus nos proporciona igualmente a todos.

“e, se abrires a tua alma ao faminto e fartares a alma aflita, então, a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia” (Is 58:10).

Duas vezes meu – por criação e por resgate

Um menino tinha feito, com muito esforço e capricho, um barquinho. Satisfeito, brincava com ele à beira do rio, quando, de repente, o barquinho, impelido pela correnteza, lhe escapou das mãos. Triste, o garoto voltou para casa, sem esperanças de tornar a ver o barco, que tanto trabalho lhe custara. Qual não foi seu espanto ao ver o barquinho, certo dia, na vitrine de uma das lojas da cidade. Entrou e insistiu que o barco era seu, mas o negociante disse que só lhe daria mediante o pagamento do preço estipulado. O menino voltou à sua casa e narrou o incidente ao pai, que lhe forneceu o dinheiro necessário para a compra do barquinho. Empolgado, dirigiu-se à loja, onde comprou o barco que, de direito, já lhe pertencia. Ao sair, segurando bem firme em seus braços o precioso objeto, exclamou: “Agora você é duas vezes meu: primeiro porque foi feito por mim, e segundo porque acabei de compra-lo.” Assim também nós pertencemos a Deus por direito de criação e por direito de redenção. Quando as correntezas do pecado nos afastaram das mãos divinas, e nos achávamos debaixo do domínio de Satanás, Cristo nos comprou pelo preço do seu sangue.

Redenção é o ato de adquirir pagando um preço – “Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (I Co 6:20).

Qual foi o propósito da redenção? Paulo nos responde: “O qual (Jesus) a si mesmo se deu por nós, a fim de remir-nos de toda iniqüidade, e purificar para si mesmo um povo exclusivamente seu, zeloso de boas obras” (Tt 2:14).